sábado, 31 de janeiro de 2009

ORKUT: Racismo tem divulgação disfarçada


Comentário: Matéria perdida na rede. Interessante.


Reporter SociaL.29/08/2005 17:32h

ORKUT SEM LEI - Racismo tem divulgação disfarçada

O controle de comunidades assumidamente racistas no Orkut vem ocorrendo com um certo sucesso. Diante da vigilância dos negros, ou mesmo da Justiça, elas são obrigadas a sobreviver com perfis falsos e duram poucos dias ou semanas. Mas o racismo prossegue a todo vapor no sítio com 6 milhões de brasileiros: ele aparece nas comunidades contra "manos" e disfarçado de brincadeira em comunidades que em tese não propagam a discriminação. Em muitos casos, o preconceito tem nome e sobrenome.

A carioca Alessandra Salles participa de uma discussão na comunidade Eu odeio a Preta Gil sobre "qual bicho ela parece". "Saca só o nariz na foto da comunidade, agora olhe a boca dela... na hora eu lembrei de um gorila", afirma. Vanessa Siqueira também participa e compara a cantora a um "macaco". A filha do Ministro da Cultura é comparada por 53 brancos, dois negros e quatro pessoas sem foto a inúmeros outros bichos, em comentários que reproduzem o rebaixamento histórico dos afrodescendentes à condição de animais.

Essa comunidade tem mais de 20.000 pessoas, quase o mesmo número da Anti-cotas Raciais. Um direito legítimo, o de ser contra as cotas. Mas que vira porta de entrada para avaliações como a do carioca Eduardo Chueri: "Na cultura negra balançar a bunda é legal. Se você é um negro preguiçoso, então é um cara maneiro e sangue bom. O dia que os negros começarem a pensar como japoneses, vão notar o como é fácil passar no vestibular."

Eles odeiam "manos"

Mas os racistas utilizam como maior recurso a criação ou utilização de comunidades contra "manos". Esse termo está ligado a jovens de periferia, em boa parte adeptos da cultura hip-hop, mas é utilizado pelos jovens de classe média em relação aos pobres e negros que, segundo eles, "invadem os shoppings". Nas fotos de apresentação dessas dezenas de comunidades aparece sempre um jovem negro. Algumas delas, como Mate um mano/plante uma árvore, pregam explicitamente a violência.

Em Eu odeio as Minas Mano, o paulista Fernando Rabello avalia: "O mais engraçado das minamano é quando elas vão sair e usam aqueles cabelos cheios de creme. Ô racinha pra ter cabelo ruim!" Michael Pires, que declara ter 19 anos, escancara, na comunidade com mais de 30.000 pessoas: "Sou preconceituoso, sim. E quero que todos os manos vão se foder."

Em uma mídia com 6 milhões de pessoas, o preconceito se espalha. Há comunidades com nomes como Manos estragam Sorocaba e Manos estragam Poços. Poços, no caso, é a mineira Poços de Caldas. Mas são os paulistas que estão à frente da discriminação no Orkut. Bauru, Rio Claro, São Carlos, Valinhos e Botucatu são outras cidades do interior paulista onde milhares de jovens declaram seu preconceito contra os "manos" e discutem "como acabar com eles". A comunidade sorocabana tem quase 2.000 membros.

Há um desejo recorrente de ver "os manos fora dos shoppings". Na verdade, mais do que isso. "Devíamos fazer que nem os nazistas", diz na comunidade Eu odeio os manos de shopping o título de um tópico postado por P. R. C. Junior, de Marília (SP). Ele não tem o nome divulgado aqui por aparentemente ter menos de 18 anos. "Fiquei pensando em como essa raça miserável é um soco na cara da sociedade... aí me veio na cabeça que eles podem ser o que está atrasando o Brasil, assim como Hitler pensou que os judeus estavam acabando com a economia alemã..."

O jovem prossegue em sua avaliação: "Mas no caso de Hitler ele estava errado... no nosso caso é verdade! Pense bem: são eles que assaltam, traficam drogas, picham muros, destroem patrimônio público e quando são pegos pela polícia somos nós que temos que pagar a estadia dos vagabundos na prisão. Imaginem se pegassem toda essa raça e começarem a jogar na câmara de gás? Sei que estou sendo utópico, mas seria uma bela solução." Nove outros internautas concordaram com Junior.

Influência do dono

Os moderadores influenciam diretamente o andamento das comunidades. A começar da escolha das fotos. Uma das descrições é repetida em vários fóruns. "Se você é que nem eu e quer exterminar essa raça entre na comunidade e discuta sobre esse lixo que são os manos", escreve o dono da comunidade Eu odeio manos. O dono do fórum BS- Black Service (em referência à expressão racista "serviço de preto") é o mesmo de Mate um mano/plante uma árvore.

Em Eu odeio o Alexandre Pires, o moderador avisa que ali não há espaço para racismo mas mesmo assim há várias tentativas nesse sentido – como um tópico na quinta-feira, onde o cantor, a exemplo de Preta Gil, é também comparado a um macaco.

Foi por ter supostamente chamado de "macaco" o jogador Grafite, do São Paulo, que o argentino DeSabato foi preso este ano após jogo no Morumbi. Em junho, o promotor Christiano Jorge Santos, denunciou em São Paulo Leonardo Viana da Silva, de 20 anos, por racismo praticado no Orkut. No seu caso, o perfil dizia: "Odeio preto". Segundo Santos, Silva confirmou ser racista no depoimento à promotoria. O crime praticado através de meio de comunicação prevê pena de reclusão de 2 a 5 anos, mais multa. Como ele fez quatro depoimentos racistas no Orkut, foi denunciado cinco vezes.

Segundo o Ministério Público, qualquer internauta pode ser punido.

Alceu Luís Castilho, Jéssika Torrezan e Lígia Ligabue

Lista de comunidades:

Eu odeio as "Minas Mano" - 31.323 membros – (Nº da comunidade 267420)

P.q.Pariu,eu odeio a Preta Gil - 20.167 membros – (Nº 79266)

Anti-cotas raciais - 18.031 membros – (Nº 40260)

Eu odeio mina q paga de mano - 6.556 membros – (Nº 1379753)

Eu não comeria a Preta Gil - 5.580 membros (Nº 92727)

Eu odeio os manos de shopping! - 3.532 membros – (Nº 774201)

Eu odeio mano & maloqueiro - 1.991 membros – (Nº1321197)

Manos Estragam Sorocaba! 1.836 membros – (Nº 902121)

Já arranjei briga com mano - 951 membros – (Nº 1326410)

Os Manos estragam Poços! - 930 membros – (Nº 1444511)

Eu odeio os manos de Bauru - 598 membros – (Nº 705014)

Eu odeio mano!! 565 membros – (Nº 665182)

Nós odiamos manos! - 553 membros – (Nº 879665)

Odiamos Os Manos De São Carlos - 484 membros – (Nº 1689532)

Mate um mano/plante uma árvore - 454 membros – (Nº 2866537)

Manos da Catedral... Sucks! (Botucatu) - 443 membros – (Nº 431265)

Odeio os manos do shops de Rc (Rio Claro) - 359 membros – (Nº 945736)

Eu odeio "Manos" - 325 membros – (Nº 866303)

Odeio os manos de Rolândia - 200 membros – (Nº

Odeio mano - 369 membros – (Nº 233749)

Eu odeio "Mano Fucker" - 279 membros – (Nº 701800)

Eu odeio mano - 240 membros – (Nº 1142216)

Seja um humano, não um mano - 217 membros – (Nº 4217930)

Os manos tomaram conta de TB (Telêmaco Borba) – 152 membros – (Nº 3273580)

Odeio os manos de Valinhos - 125 membros – (Nº 1854510)

BS – Black Service - 69 membros – (Nº 2421397)

Eu odeio os manos de Marília - 48 membros – (Nº 1980847)

Odeio os manos de Arapongas - 46 membros – (Nº 3602584)

sábado, 10 de janeiro de 2009

Pode ser uma "pessoa de cor"?

Divirta-se. Ou vomite.

Obs. Rodrigo Vianna é branco!


VIANNA: CLASSE MÉDIA NÃO QUER BABÁ "DE COR"

Atualizado em 24 de novembro de 2008 às 20:13 | Publicado em 24 de novembro de 2008 às 20:09


CLASSE MÉDIA NÃO QUER BABÁ "DE COR"

de Rodrigo Vianna, em seu blog

sexta-feira, 21 de novembro de 2008 às 13:10

Véspera do feriado da Consciência Negra. Minha mulher liga para uma agência de empregos, pedindo indicação de uma babá pra trabalhar em casa.


A coordenadora da agência, muito solícita, engata de primeira: "pode ser uma pessoa "de cor", ou a senhora tem alguma restrição?


Desculpe, mas muita gente que liga pra cá não quer babá "de cor", por isso eu tô perguntando".

Minha mulher disse que não tinha problema com isso, não. A moça do outro lado deu uma risada sem graça. Eu não dei risada quando minha mulher contou o episódio.

Achei patético. Essa é a classe média brasileira, pensei com meus botões. A mesma classe média que escreve livros - também patéticos - para "provar" que "Não Somos Racistas". Freud explica esse título na negativa.


Já reparou nas crianças que cometem uma traquinagem? Quando o pai chega perto, sem perguntar nada, a criança já se entrega: "não fui eu", "não fiz nada". É o famoso processo da negação. "Não Somos racistas"... Sei.

Um dos argumentos desse povo que diz não haver racismo no Brasil chega a ser hilariante: "racismo não pode haver, porque raça não existe; é um conceito equivocado, que não se sustenta biologicamente". Percebem a sutileza?


Como não existe raça, então não pode haver racismo. Pronto, está resolvido. Com isso, evita-se a discussão sobre preconceito, sobre nossa história de Escravidão, sobre a tradição de nossas elites que sempre trataram os negros como mercadoria.

Certa vez, troquei umas mensagens com esse personagem sinistro que, na direção do jornalismo da Globo, tenta provar sua tese de que "Não Somos Racistas".


Eu escrevi pra ele, reclamando de uma reportagem sobre racismo, que fiz para o Jornal Nacional , mas que nunca foi ao ar (já contei esse episódio, numa entrevista para o Marcelo Salles, no site "Fazendo Media" http://www.fazendomedia.com/novas/entrevista120407b.htm).


Travei com esse personagem sinistro da Globo, por e-mail, um pequeno debate sobre o tema do racismo. Tentei lembrar a ele as raízes históricas do racismo no Brasil...


O sujeito teve o desplante de afirmar que nem na época Colonial o problema era tão sério, já que negros, muitas vezes, podiam ser proprietários de escravos... É de doer!

Negros podiam ser proprietários de escravos (em casos raríssimos), desde que escondessem sua condição de negros. Era a estratégia do branqueamento, que já foi estudada por dezenas de pesquisadores. Esse é o tipo do argumento que tenta provocar confusão: "olha, tanto faz a cor, havia negro escravo, negro proprietário de escravos..." Tenha dó.

É gente assim que tenta derrubar as quotas para negros nas universidades, argumentando que isso - sim - provocaria "racismo".

Felizmente, essa foi uma das poucas áreas em que governo Lula avançou, sem medo. E avançou porque o movimento social pressionou. O fato é que as quotas se consolidam (apesar da gritaria dos "jornalistas" e "geógrafos" muito bem pagos para defender as teses de nossas elites), vão virar até lei nas Universidades Federais.

Para a gloriosa classe média brasileira, restará o papel patético (desculpem a repetição , mas é o adjetivo perfeito para esse povo) de estabelecer quotas ao contrário, vetando gente "de cor" para cuidar das criancinhas brancas do Leblon e de Higienópolis.


Porque Alexandre Garcia foi demitido da Globo

Direito de Resposta Brizola x Globo

Israel nasceu de uma campanha terrorista


Ou: as voltas que o mundo dá.

Israel nació de una campaña terrorista

El terrorismo indiscriminado moderno comenzó con una campaña de los grupos sionistas judíos en Palestina contra la población árabe

Por Alvaro Peredo, en 18 de Agosto de 2008


La fundación del Estado de Israel estuvo precedida de una tremenda campaña terrorista ejecutada por diversas organizaciones, entre cuyos miembros se encontraban personas que se convirtieron con el tiempo en destacadas y respetadas personalidades de la política israelí. Y todo ello en vísperas de la Segunda Guerra Mundial.

El terrorismo indiscriminado moderno comenzó con una campaña de los grupos sionistas judíos en Palestina contra la población árabe en un intento de aterrorizar a todo aquel que se opusiese a la creación de un Estado judío en la región.

Los primeros atentados indiscriminados contra la población árabe se sucedieron a finales de los años 30. El 16 d julio un individuo provisto de una kufia y túnica, entra en un mercado repleto de gente con dos cantaros de leche que deposita en el suelo para marcharse a continuación. Tras unos minutos, los cantaros estallaron y sembraron el mercado con los cadáveres de 21 personas. 52 más se encontraban heridas.

La Irgun, una de las organizaciones judías mas extremistas habían inaugurado una nueva era, la del terrorismo indiscriminado. Tan sólo una semana más tarde, otro mercado de la Ciudad Vieja de Jerusalén, fue victima de una mina. La explosión se produjo en el momento en el que los fieles salían de orar de la mezquita. Ocho personas murieron y treinta mas resultaron heridas. No contentos con los resultados, una nueva bomba colocada en un mercado de Haifa mató a 39 árabes y dejó a 70 más heridos. Al día siguiente otra bomba acababa con la vida de 24 personas. Masacre tras masacre.



El historiador israelí Benny Morris, profesor de la Universidad Ben Gurion de Beersheba, explica que antes de aquella ola de atentados "los árabes y en menor medida judíos disparaban a vehículos y peatones". A veces "utilizaban granadas matando a unos pocos transeúntes y pasajeros". "Ahora, por vez primera, se colocaban bombas en centros árabes llenos de gente y docenas de personas eran asesinadas y mutiladas indiscriminadamente". Los árabes no tardaron en copiar los mismos métodos y este tipo de actos "se convirtió en algo así como una tradición: en el futuro, mercados, estaciones de autobuses, cines y otros edificios públicos de Palestina serían los objetivos de rutina, dándole un tinte brutal al conflicto".

Las dos principales organizaciones paramilitares judías fueron la Haganna y la Irgun.
La Haganna había sido constituida al principio como organización de autodefensa de las colonias judías en Palestina. Esta cambió a una táctica más agresiva a raíz de los levantamientos árabes de 1929 contra de la inmigración masiva. Estaba dirigida por Abraham Tahomi, emigrante ruso veterano de los grupos defensivos contra los pogromos en Odessa y próximo ideológicamente al fascismo. La Agenda Judía pasaría a dirigir la organización.

Por otro lado se encontraba el aún mas extremista Irgun, que para la década de los 30 recibiría el apoyo de diversas organizaciones como de el Betar (de ideología fascista), de miembros de la organización deportiva Macabi, del Partido General Sionista de carácter ultraortodoxo, el Mizrahi y del Partido Revisionista de Jabotinsky (miembro del ala ultraderechista del sionismo).

Desde 1936 el Irgún y la Haganna actuaron frecuentemente cometiendo asesinatos en venganza por otros asesinatos cometidos por árabes o en acciones de terror de mayor envergadura contra la población árabe. Hacia 1939, la Haganna al mando de Ben Gurion, cambió de táctica ante la presión de los ingleses y la necesidad de este de dar una imagen mas moderada. En los primeros meses de ese año Ben Gurion encargo la formación de tres grupos ultrasecretos, que se encargarían de realizar los trabajos mas sucios y dichos trabajos no se hicieron esperar.

Las luchas entre las facciones árabes y judías, aumentaba la represión británica y a finales de 1937, Londres cancelaba su proyecto de partición para Palestina. El secretario de Colonias, William Ormsby-Gore, antiguo partidario del sionismo, dimitió desengañado y comento que "Los árabes son traidores e indignos de confianza, los judíos son codiciosos y, cuando se los libera de la persecución, agresivos. A los árabes no puede confiarse el gobierno de los judíos del mismo modo que a los judíos no puede confiarse el gobierno de los arabes".

En 1944, el líder de la Irgun, David Raziel, moría a manos de los alemanes en Irak, durante un misión secreta encargada por los británicos. Le sucedió el futuro primer de Israel, el polaco Menahem Begin, un partido predilecto del ultraderechista Jabotinsky. Begin reorganizó la Irgun. El grupo se lanzó a una serie de ataques y atentados contra comisarías y oficinas de inmigración e impuestos del Gobierno británico. En una de sus acciones, voló el edificio de la inteligencia inglesa en Jerusalen, un atentado que se volvió contra él a los propios judíos revisionistas.

Otro de los grupos judío mas extremistas judías sino el más, la banda Stern, nombró a otro futuro primer ministro, Yitzak Shamir, como jefe de operaciones. El Stern fue el grupo que asesino al enviado de la ONU, Folke Bernadotte en 1948. Ben Gurion ilegaliz6 al Stern tras el asesinato y ordenó a la Haganna capturar y eliminar a miembros del Stern y la Irgun. Shamir también envió a dos asesinos a El Cairo para que asesinasen a Lord Moyne, ministro de Estado británico para el Próximo Oriente. Los asesinos capturados y juzgados en Egipto, fueron ahorcados pero Shamir se mantuvo.

A mediados del año 1945, la Hagana interrumpió la persecución de los miembros del Stern y la Irgun. Los tres grupos unieron sus fuerzas para iniciar una nueva escalada contra Gran Bretaña y a mediados de 1946, la Irgun demolió sin previo aviso un ala del Hotel King David de Jerusalen, en el cual se encontraba la sede administrativa civil y militar inglesa. 90 personas fueron asesinadas. La Haganna condenó el atentado…

Con los británicos ya fuera de Palestina la Haganna, con 35.000 hombres se unió de nuevo al Irgun que poseía 3.000. 50 hombres mas del Stern se unieron y desde entonces hasta el fin de la primera guerra árabe – israelí, llevaron adelante una estrategia basada en el terror.

Matanzas indiscriminadas y guerra psicológica contra poblados árabes desarmados fue el método para practicas la "limpiar" la "Tierra prometida" de impuros. El peor de estos actos ocurrió en la aldea de Deir Yassin, donde familias enteras murieron sepultadas dentro de sus viviendas dinamitadas. Los que salían de las casas eran abatidos y los algunos mujeres, nifios y ancianos supervivientes fueron trasladados en un camión a la parte judia de Jerusalen para ser exhibidos.

Tres días después de la masacre de Deir Yassin, en la que Yitzhak Shamir había jugado un papel fundamental, el comandante Levy del Shai, del servicio de inteligencia de la Haganna comentó… "Familias enteras fueron asesinadas y había pilas de muertos en varios sitios. Algunos de los prisioneros, incluyendo mujeres y niños, fueron asesinados por sus captores. Los miembros del LHI (Stern) relataron que los de la Irgun violaron a algunas jóvenes árabes y luego las asesinaron".

Un mes después de Deir Yassin, se fundaba el Estado de Israel. Dos terroristas de las organizaciones judías mas extremistas, que participaron en algunos de los atentados más brutales de su tiempo, llegaron a lo más alto de la política y desde sus puestos continuaron ejecutando las mismas estrategias de terror en Palestina y el vecino Líbano.