Comentário: A principal bandeira dos neoliberais era o Estado mínimo. E a certeza de que o mercado é a solução para tudo.
Olha o que vem acontecendo num país que tem um PIB de 12 trilhões de dólares, o correspondente à soma das economias do Japão (5 tri), da Alemanha (3 tri), da China ( 2.4 tri) e do Reino Unido (1.5).
O Estado mínimo de Bush simplesmente cortou em 3/4 a ajuda aos pobres.
Mas o mercado não supriu a demanda da miséria.
(obs. Com uma economia correspondente a 1/12 avos da americana, o Brasil soma ainda a infeliz marca de 36 milhões de miseráveis. Os EUA somam 30 mi.)
Fome já atinge um em cada seis nova-iorquinos, diz ONG
da BBC Brasil
Mais de 1,3 milhão de pessoas --um em cada seis nova-iorquinos-- não têm dinheiro para comprar comida suficiente e estão recorrendo às cozinhas públicas, segundo grupos americanos de luta contra a pobreza.
A Coalizão da Cidade de Nova York Contra a Fome afirma que o número de pessoas nas filas em locais e abrigos que distribuem comida gratuita aumentou em 20% neste ano.
Vários armazéns do chamado Food Bank, uma rede que distribui doações de alimentos em Nova York, também estão tendo dificuldade para suprir a demanda.
A ONG responsabiliza o aumento da pobreza e os cortes do governo em programas de alimentação no país pela situação.
"A pesquisa deste ano sobre os armazéns e pontos de distribuição de sopa mostra que mais famílias de trabalhadores, crianças e idosos estão sendo obrigados a buscar ajuda alimentar de emergência", afirmou o diretor executivo da coalizão, Joel Berg.
De acordo com a pesquisa, 59% dos programas de alimentação em Nova York, em comparação com 48%, no ano passado, disseram não ter recursos suficientes para suprir a demanda.
O Departamento de Agricultura americano afirma que 12,6 milhões de famílias em todo o país, ou mais de 30 milhões de pessoas --10% da população-- mão teve comida suficiente em casa em algum momento em 2006.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Um a cada seis novaiorquinos passam fome
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sábado, 10 de novembro de 2007
Jabor: só uma brincadeira..rsrs
(Texto de 2006)
Arnaldo Jabor para nosso Guru
Dotado de Sublime e Eterna Lucidez, capaz de nos encaminhar para um mundo melhor, vós fostes, fascinante Arnaldo Jabor, escolhido o Guru dos Novos Tempos. A votação se deu em meio ao único grupo humano que importa para a Humanidade, a Boa Classe Média.
Sim, da Boa Classe Média, porque precisávamos higienizar a eleição de massas ignorantes e intelectuais esquerdistas e fetichistas, como bem vós os denominastes no artigo, quer dizer, na matéria prima do dia 08 de agosto
Sim, da Boa Classe Média. Não da classe média que lê Drummond, Lispector, Guimarães Rosa, que ouve Chico Buarque, Pinxinguinha, Mozart. Não da classe média que discute textos de Raymond Aron, mas também de Gramsci e Michel Foucault.
Não da classe média que segue perdida pelos subúrbios em busca da quadra da Portela, da Mangueira, e que tem um nojo injustificável de racismo, de preconceitos de qualquer natureza.
Não da classe média que não acha que o morro é o inferno pelo simples de ser habitado por uma corja satânica.
Não da classe média que é capaz de discutir e aceitar o contraditório.
Somos da Boa Classe Média, porque não queremos ver mais nossas Suzanes Richthofens serem levadas ao Mal por irmãos Cravinhos, como disse na maravilhosa crônica do dia 21/07.
Somos da Boa Classe Média porque não queremos ver nossas filhas cair na mãos de suburbanos e funkeiros.
Somos da Boa Classe Média porque achamos, como Condolezza Rice (embora preta), que a força bruta é um meio justificável para aplacar a desrazão de latinos insubmissos, palestinos revoltados e iraquianos rebeldes. E que a dor desses povos é apenas a dor do parto de um mundo melhor.
Porque nesse mundo cada um deve saber o seu lugar. E nós sabemos o nosso. O melhor lugar.
Sabedoria extrema, oh Amado Arnaldo Jabor. Feliz decisão quando trocastes o vosso nome de Arnaldo Borja, que lembrava algo muito ibérico, por algo mais próximo do francês.
Mas vos aconselhamos, para finalmente vos eternizardes como nosso guru, que agora vos auto pronuncieis Arnald Jêibor, visto que cultura francesa lembra palavras tolas como igualdade ou fraternidade.
Vós que falastes dos caminhos para os intelectuais de esquerda (esses adoradores e eleitores de nordestinos, como Lula, Cristóvam e Helóisa Helena), das sutis diferenças entre o amor e o sexo (coitado de Freud!), das avaliações de esquemas táticos de esportes radicais, da política internacional de protetorados, da criação de golfinhos, do terceiro livro da juventude de Tio Patinhas, das formas de cumprimento de costas, de ponto em cruz, da constituição geológica do calçadão de Copacabana e, ultimamente, da teoria dos modelos matemáticos aplicada à constituição do malte, deveis ser agraciado com uma estátua ali no lugar onde podereis ser para sempre adorado: no New York City Center, segurando uma tocha.
Ass. A Boa Classe Média.
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Che: a mensagem subliminar da Veja.
Ela sobressai e mostra a imagem de Che ao fundo.
A foto histórica
A capa da Veja de 1997
A capa da Veja de 2007, com a estrela falsa
Abra sua conta no Yahoo! Mail, o único sem limite de espaço para armazenamento!
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Resposta: Ali Kamel teria tentado beneficiar Editora Moderna II
Sugestão de resposta ao final.
O ataque de Ali Kamel ao livro da Geração Editorial, Nova História Crítica, o campeão de vendagem na disciplina, pode ter sido motivada pelo interesse da Editora Moderna em abocanhar o principal produto de uma das poucas editoras de capital totalmente nacional.
Num artigo seguinte, no Globo, Ali Kamel também "critica" uma suposta propaganda petista do Fome Zero (a edição é de 2003, ano do lançamento do programa), que estaria no campeão de vendagem da editora Moderna (Grupo espanhol Santillana) no que "prontamente" a Editora Moderna "admitiu" o erro, alertando que "já havia corrigido o problema" nas edições posteriores.
Ou seja: a "falsa denúncia" de Kamel contra o livro da editora Moderna teria servido para despistar o bombardeio contra o correspondente de mercado da Editora Geração.
Para se ter uma idéia do poder do Grupo Santillana, dono da Moderna, ele domina todo o mercado de livros didáticos da Espanha e de Portugal. E investe fortemente no mercado brasileiro e latinoamericano.
O Brasil que já chegou a ter 500 editoras para livros didáticos, agora só tem 12. A Geração Editorial resiste. Mas a concentração pode levar ao domínio total das editoras internacionais.
O MEC é o maior comprador de livros didáticos do mundo, um negócio de 720 milhões de reais, e o sucesso da Geração poderia estar incomodando, por isso.
A Editorial Santillana é o braço editorial do poderoso grupo Prisa, pertencente a Jesus de Polanco, também dono do El Pais, cadeias de rádio, televisão no mundo iberoamericano.
O EL Pais publicou artigo ressoando a polêmica no Brasil. Numa questão eminentemente doméstica, foi o único jornal estrangeiro a repercutir o caso .
O mega-empresário também é parceiro da Telefônica e do grupo Santander.
Outro a repercutir o caso foi o ex ministro da Educação, Paulo Renato de Souza, consultor da Santillana. A relação de Paulo Renato com a Santillana é tão forte, que a sua "braço direito" no MEC, Mônica Messemberg, é hoje diretora de "assuntos institucionais", junto a governos e prefeituras, no Brasil.
Mas se as ligações entre Paulo Renato e a editora Moderna (grupo Santillana) são claras, falta esclarecer qual o propósito de Ali Kamel atacar a concorrente Geração Editorial.
A pista poderia ser a íntima relação entre Kamel e Paulo Renato. Uma espécie de apoio estratégico. Mas seria só isso?
A resposta, na verdade, pode estar na joint venture entre editora Globo e editora Moderna, chamada UNO, produtora de materiais didáticos, forma de driblar os limites impostos pelo MEC (no MEC, a escolha é feita pelas Universidades. Antes era suscetível a lobbies.)
Como não podem "vender" livros, são produzidas apostilas e recursos midiáticos, negociadas diretamente com prefeituras e governos de Estado.
È um mercado milionário que já tem a Abril como concorrente e outras de menor peso.
Bombardear a política do MEC e enfraquecer a política de escolhas de livro didáticos (ou seja, tirar das mãos das Universidades), a partir de supostos "escândalos ideológicos", pode forçar uma tentativa de reformulação dessa política, que é considerada uma das mais indicadas do mundo.
Não foi à toa que o ministro Paulo Renato ensaiou pedir uma CPI dos livros didáticos. Se o plano desse certo, poderia se instalar uma "crise", própria para obrigar uma correção de rota.
Com a "revisão" e conseqüente abertura de mercado, um negócio bilionário estaria livre para ser explorado.
Ali Kamel pode estar no centro dessa articulação.
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Ali Kamel teria tentado beneficiar Editora Moderna
O ataque de Ali Kamel ao livro da Geração Editorial, Nova História Crítica, o campeão de vendagem na disciplina, pode ter sido motivada pelo interesse da Editora Moderna em abocanhar o principal produto de uma das poucas editoras de capital totalmente nacional.Num artigo seguinte, no Globo, Ali Kamel também "critica" uma suposta propaganda petista do Fome Zero (a edição é de 2003, ano do lançamento do programa), que estaria no campeão de vendagem da editora Moderna (Grupo espanhol Santillana) no que "prontamente" a Editora Moderna "admitiu" o erro, alertando que "já havia corrigido o problema" nas edições posteriores.
Ou seja: a "falsa denúncia" de Kamel contra o livro da editora Moderna teria servido para despistar o bombardeio contra o correspondente de mercado da Editora Geração.
Para se ter uma idéia do poder do Grupo Santillana, dono da Moderna, ele domina todo o mercado de livros didáticos da Espanha e de Portugal. E investe fortemente no mercado brasileiro e latinoamericano.
O Brasil que já chegou a ter 500 editoras para livros didáticos, agora só tem 12. A Geração Editorial resiste. Mas a concentração pode levar ao domínio total das editoras internacionais.
O MEC é o maior comprador de livros didáticos do mundo, um negócio de 720 milhões de reais, e o sucesso da Geração poderia estar incomodando, por isso.
A Editorial Santillana é o braço editorial do poderoso grupo Prisa, pertencente a Jesus de Polanco, também dono do El Pais, cadeias de rádio, televisão no mundo iberoamericano.
O EL Pais publicou artigo ressoando a polêmica no Brasil. Numa questão eminentemente doméstica, foi o único jornal estrangeiro a repercutir o caso.
O mega-empresário também é parceiro da Telefônica e do grupo Santander.
Outro a repercutir o caso foi o ex ministro da Educação, Paulo Renato de Souza, consultor da Santillana. A relação de Paulo Renato com a Santillana é tão forte, que a sua "braço direito" no MEC, Mônica Messemberg, é hoje diretora de "assuntos institucionais", junto a governos e prefeituras, no Brasil.
Mas se as ligações entre Paulo Renato e a editora Moderna (grupo Santillana) são claras, falta esclarecer qual o propósito de Ali Kamel atacar a concorrente Geração Editorial.
A única pista pode ser a íntima relação entre Kamel e Paulo Renato. Uma espécie de apoio estratégico. Mas seria só isso?
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O problema do alinhamento da imprensa.
Aí pessoal, o problema do alinhamento da imprensa, que nunca é discutido.
A crítica que sempre externei à imprensa devia-se ao fato de claramente ela ter se alinhado, o que é muito diferente de ser independente.
Na Venezuela, dizem os maiores perseguidos não são os pró-Chavez, nem os anti-Chavez. Mas os que estão no meio, visto que, ou apanham de Chavez, ou apanham da mídia.
A imprensa oposicionista é tão perigosa quanto a governista. Ambas são chapas brancas, visto que, em algum lugar e salvo partidos pequenos, a oposição é poder. E, na luta engajada, sobra hipocrisia e anti jornalismo
Quem tenta, na guerra insana, um ponto de equilíbrio, geralmente é confundido com o defensor do adversário. Quem se posicionou contra os denuncismos e a indústria do escândalo foi condenado por não aderir à falsa indignação.
O que Nassif mostra abaixo é o horror de quem não percebeu a cilada em que estava se metendo.
Política e hipocrisia
Imediatamente uma dessas grandes publicações irá até a prateleira, escolherá um escândalo novo ou velho, inédito ou conhecido, e transformará em arma para atingir o indigitado.
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Ali Kamel "corrige" a cor dos brasileiros
Observem a pesquisa do IBGE
Brancos ganham em média 40% mais do que PRETOS OU PARDOS com mesma escolaridade
"Os rendimentos médios de pretos e pardos se apresentavam sempre menores que os dos brancos. Mesmo quando são considerados os rendimentos-hora de acordo com grupos de anos de estudo, as diferenças permaneciam, com o rendimento-hora dos brancos em média 40% mais elevado que o de pretos e pardos para uma mesma faixa de anos de estudo"
Agora, o Terra.
Brancos ganham 40% mais do que NEGROS e PARDOS, diz IBGE
__________
Comentário: onde havia PRETOS, entrou "NEGROS", o que exclui PARDOS (mulatos) da classificação de "NEGROS" (para o IBGE, negros são pretos + pardos).
É o que se pode chamar efeito Ali Kamel, que defende a "correção" e impôs à "nova classificação" aos telejornais da casa.
Com isso o país deixa de ser uma das maiores nações com negros no mundo.
Só temos agora 6%. Pelo menos para a grande imprensa.
A questão é que, apesar dessa "correção" que a imprensa está fazendo sobre as designações do IBGE, nada muda: PARDOS continuam ganhando 40% menos apesar da escolaridade.
Moral da história: se à noite todos os gatos são pardos, no mercado de trabalho, todos os pardos são negros.
_____________
Anedota: Diz-se que Ali Kamel chega à Rede Globo e determina: daqui em diante, não há mais negros ou brancos na redação. Todos são azuis.
No que foi prontamente aplaudido pelos jornalistas - chegando a serem mais ovacionados pelos mais submissos.
Mas para efeito de organização, continuou, os 95 % azul-claros sentam na frente, e os 5 % azul-escuros sentam atrás.
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Agora, jornalistas defendem mensalão tucano!
Os mesmos que se indignaram agora mostram-se mais compreensíveis e cautelosos.
Quem se enganou com eles? Alguem pensou que defendessem a pátria?
Seremos cautelosos (pelas acusações fáceis ou prejulgamentos!) com todos. Ou indignados com todos (pelo montante de dinheiro público envolvido) ?
Isso é que dá pensar com a lógica das novelas.
23/09/07 12:29
As diferenças entre mensalões
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O "Boca do Inferno" está de volta!
O jeito metralhadora de Ciro Gomes está de volta
Ciro diz que CPMF é assunto de branco que não quer pagar imposto
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Por que são pobres? Ou por que são do Pro Uni?
---------- Forwarded message ----------
From: wedencley alves <wedenn@yahoo.com.br>
Date: 21/09/2007 17:21
Subject: Por que são pobres? Ou por que são do Pro Uni?
To: Weden Alves <wedenn@yahoo.com.br>
Da série: Este fato nunca virou notícia.
Sucesso dos alunos do Pro Uni é ignorado pela Mídia.
| Alunos do ProUni se destacam no Enade | | | |
| Os estudantes universitários beneficiados pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) obtiveram notas superiores aos alunos de ensino superior não-bolsistas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2006. Os resultados do Enade foram divulgados no final da semana passada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC). O resultado apontou superioridade dos bolsistas do ProUni em 14 das 15 áreas do conhecimento avaliadas: administração, arquivologia, biblioteconomia, biomedicina, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social, design, direito, formação de professores (normal superior), música, psicologia, secretariado executivo, teatro e turismo. Participaram do exame 871 municípios, em todos os estados e no Distrito Federal, com 386.524 estudantes — 211.837 ingressantes e 174.687 concluintes — pertencentes a 5.701 cursos de 1.600 instituições de educação superior. No curso de administração — área com maior número de universitários no país — os estudantes do ProUni atingiram nota média de 48,7, na escala de 0 a 100, enquanto os não-bolsistas ficaram com 39,9. Na formação de professores (normal superior), os beneficiados pelo ProUni obtiveram 50,4 enquanto os não-bolsistas, 46,1. A maior diferença ocorreu nos cursos de biomedicina, 55,0 contra 44,7. Para o secretário de Educação Superior, Ronaldo Mota, "os resultados do Enade demonstram que o ProUni não só atinge um grande contingente de alunos, mas qualifica a educação superior. Invariavelmente, os beneficiários do ProUni têm apresentado rendimento acadêmico superior aos não- bolsistas". |
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Ali Kamel indexa livro de história.
O caso do livro no index
Ali Kamel, poderoso chefão da Rede Globo, tenta "queimar" o MEC da atual gestão, condenando livro adotado em 2002, e retirado de distribuição justamente nesta.
Obs. Ali Kamel, o sofista, é o mesmo que garante que o Brasil só tem 6% de negros, e proibiu, de forma ditatorial, os jornalistas da Globo de dizer o contrário.
Luis Nassif
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Noticiário não destaca redução da miséria!
O Holocausto pôs fim à vida de 6 milhões de judeus. O maior crime da História.
A miséria põe em risco a vida de milhões de pessoas no mundo. E 6 milhões de pessoas morrem por ano devido ao estado de miserabilidade. Um holocausto a cada ano.
No jornalismo, a matéria de maior relevância deve ser a de maior destaque!
A redução da miséria deve ser a primeira manchete de qualquer meio de comunicação, em qualquer tempo, em qualquer lugar.
Onde está a notícia sobre os 6 milhões a menos de miseráveis no Brasil, fato constatado pelo IBGE em 2006?
Encontre, se for capaz!
Direto do G1:
Dia 19/09 - 23 h.
Câmara aprova continuação da cobrança da CPMF em 1º turno Proposta de Emenda à Constituição ainda precisa ser votada em 2º turno e depois passar pelo Senado.
Suspeita de superfaturamento
Vôo 3054
Carteiro não chegou
Clima de negociação Homem mantém mulher e filho reféns em SP Vítimas estão sob a mira de uma faca. Seqüestro começou às 23h25 desta quarta-feira (19), em Osasco, e ainda não se sabe suas causas.
Sorte grande Mega-Sena acumula e chega a R$ 8 milhões 62 acertadores com cinco números irão receber R$ 19.346,40. Outras 4.688 apostas com quatro números sorteados embolsarão R$ 254,89.
Crise no Senado Oposição impede votações pelo 2º dia seguido Renan, que responde a 2 processos, nega ser causa de reações. Senador José Agripino diz que 'não recebe ordens de um acusado' .
O.J.Simpson está livre Ex-jogador paga fiança de US$ 125 mil Ele foi preso no dia 16, em Las Vegas, após ter invadido o quarto de um hotel. Após audiência, O.J. foi solto nesta quarta-feira.
Caso Madeleine Peritos britânicos farão novo exame de DNA
Família questiona resultado do primeiro exame, que levou polícia a suspeitar dos pais. Garota de 4 anos desapareceu em Portugal, no dia 3 de maio.
Plástica com seqüelas Médico terá de indenizar paciente em MG Mulher diz que notou deformidades nas mamas e cicatrizes pelo corpo, após cirurgia. Médico ainda poderá recorrer da decisão da Justiça.
Na verdade, nosso jornalismo está pouco ligando para a miséria alheia.
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