segunda-feira, 7 de setembro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Revelação: Serra e Agripino armaram o "caso Lina"
| Num dia Serra e Agripino se encontra. No outro Lina é chamada a Natal para conversar com Agripino. No dia seguinte, Lina aparece com a denúncia. No dia 19, Lina teria se encontrado com Dilma. Mas nem Dilma nem Lina estavam em Brasília. Blogosfera vai desvendando a tentativa de golpe. 1.O encontro de Serra com Agripino. 2. O encontro de Agripino com LIna 3. O dia da "denúncia" de LIna Reunião em SP pode ter acontecido para preparar o factóide Lina VieiraSerá que foi nesta reunião sem assunto específico que acertaram a acusação feita pela ex-secretária Lina Vieira?A farsa estourou na Folha dia 08.08.09, cinco dias após essa reunião sem assunto e muito mal explicada. Agripino se reúne com José Serra em São Paulo Segunda-feira, 03/08/2009 às 15h54 Líder do Democratas tem encontro com o governador e com o presidente nacional tucano, Sérgio Guerra; não há assunto específico no encontro. Por Júlio Pinheiro Geraldo Magela - Agência Senado "São reuniões de rotina", disse o senador José Agripino (DEM) O senador José Agripino (DEM) mantém a sintonia com os membros do PSDB do país. Na tarde desta segunda-feira (3), o parlamentar potiguar terá encontro com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e com o presidente nacional da legenda, o senador pernambucano Sérgio Guerra. De acordo com o democrata, não há um tema específico. Acompanhado pelos deputados ACM Neto e Rodrigo Maia (presidente do DEM) na visita, Agripino diz que a cada dois meses ocorrem esses encontros com líderes tucanos, como forma de "colocar os assuntos em dia". No entanto, a pauta das discussões não é 2010, quando Serra deverá ser o candidato do PSDB à Presidência da República com o apoio do DEM. "São reuniões de rotina. Estive com Aécio (Neves, governador de Minas Gerais) também há poucos dias. Rogério (Marinho, deputado federal) me avisou que Serra também vai a Natal no próximo mês, aí decidi vim visitá-lo, mas sem um assunto em especial", explicou Agripino. Os governadores José Serra e Aécio Neves confirmaram presença na finalização da campanha RN 45, que é um movimento para conseguir mais filiados e ampliar o debate dentro do PSDB para a eleição de 2010. O senador José Agripino já garantiu que estará no palanque tucano no estado na próxima eleição. |
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Fwd: Quem mandou negão ter Ecosport? Apanhou no Carrefour
O caso de racismo em São Paulo gerou uma concorrência curiosa.
O Jornal Nacional deu. O que é quase impossível, pois este é um assunto tabu no jornalismo da Globo.
Mas desta vez ficou com medo da Record cobrir melhor. Aí no dia seguinte, a Record correu atrás e deu também.
Ou seja: a concorrência fez Ali Kamel descobrir que há racismo no Brasil.
Homem negro é confundido com bandido e espancado por segurança de supermercado na Grande SP
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Tiro pela culatra contra as cotas
| Comentário: se racismo no Brasil não existe, por que causa tanta "surpresa" um homem negro passeando de mãos dadas com uma mulher branca (o inverso é "permitido", é "normal")? Rodrigo Vianna e racismo:´Estadão´ queria alguém contra as cotas, errou na fonteAtualizado em 16 de junho de 2009 às 22:21 | Publicado em 16 de junho de 2009 às 21:45 Racismo: ´Estadão´ queria alguém contra as cotas, mas errou na fonte; gringo defendeu cotas e Cuba por Rodrigo Vianna, em Escrevinhador Parte da elite brasileira detesta essa história de cotas. Há um jornalista, à frente da Redação da TV Globo, que jura não haver racismo no Brasil. Até aí é problema dele. Mas o sujeito insiste em pautar "reportagens" que comprovem essa tese. A Globo tem duas ou três "fontes marcadas para falar" exatamente aquilo que o diretor de jornalismo quer ver no ar. São "especialistas" que defendem a mesma tese: o racismo no Brasil não existe, e estabelecer cotas é que vai "insuflar" o racismo nessa nossa sociedade doce, tranquila, onde impera a "democracia racial". Entenderam? Racismo não existe. Cotas é que vão criar racismo. Então, tá. A gente vai ficar esperando. Ou melhor: a gente não vai esperar, porque a sociedade brasileira resolveu investir nas cotas. Para horror da turma do Leblon e Higienópolis. A idéia dos que defendem cotas é a seguinte: educação de qualidade é pressuposto, serve para negros e brancos. Serve no longo prazo. E serviria mais ainda se essa fosse uma sociedade menos desigual. As cotas, por outro lado, dão um empurrãozinho a mais para aqueles que saem em desvantagem nessa corrida: os negros e seus descendentes, que foram escravizados durante mais de 3 séculos. Trata-se de fazer Justiça: trata-se de oferecer ferramentas diferentes para quem parte de condições diferentes. A turma anticotas aceita, no máximo, no máximo, "umas cotas para pobres". Até entendo: assim, não se mexe na velha ferida do racismo, nas memórias dos navios negreiros. Assim, não se atiçam velhas culpas, nem velhas perversidades. Assim, brancos e negros seguem irmanados pela "lei", que trata a todos com igualdade nessa doce terra. Certo? O "Estadão" (aquele jornal meio decadente de São Paulo), que eu saiba, também é contra as cotas. Mas isso não impediu o jornal de entrevistar um professor dos Estados Unidos que desmonta a tese de Ratzinger e seus asseclas. Veja um trecho (a pergunta do repórter embute a tese da turma anti-cotas; e a resposta, direta, ajuda a desmontar a tese). "(P) - Críticos das cotas para negros dizem que elas teriam o efeito colateral de "fomentar o ódio racial". O Brasil correria o risco de ser repartido em etnias. O sr. concorda? Conforme dados oficiais do IBGE nos últimos 30 anos, o Brasil efetivamente já é uma sociedade bicolor. Pardos e pretos experimentam níveis de desigualdade e discriminações bastante parecidos e o IBGE juntou os dois grupos numa só categoria de ?negros?. Criar um sistema de cotas dividido em brancos e negros seria reconhecer a realidade social e racial do país. A sociedade brasileira não pode deixar de responder às marcadas e seculares desigualdades raciais que a afligem. " Sugiro que vocês leiam a entrevista na íntegra. Até para notar como é confusa a edição feita pelo jornal. O título (e o texto de abertura) dão a entender que o especialista é contra as cotas para os pobres. Mas o que ele afirma é diferente: "cota para pobres não vai resolver os problemas enormes dos afro-brasileiros que estão na luta para entrar, ou avançar, na classe média". Ou seja: cota para pobre não basta, seria preciso ir mais longe, combinar vários tipos de ação afirmativa. O título escolhido pelo jornal deixa tudo na dúvida. Foi proposital? ''COTA PARA POBRE NÃO RESOLVE PROBLEMA'' PARA LER A ENTREVISTA NO BLOG DO RODRIGO, CLIQUE AQUI . HÁ UMA CHARGE IMPERDÍVEL. |
quarta-feira, 29 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Prender banqueiro é crime. Torturar empregada, não.
Comentário: Marcelo Itagiba declarou ontem que Paulo Lacerda,
ex-diretor da Polícia Federal, é o mandante do crime de "escutas
ilegais" no caso Satiagraha. A ilegalidade destas escutas nunca foi
provada (então, se põe a culpa em quem permitiu, os juízes).
Já o atual diretor da Polícia Federal tem em seu currículo um caso de
tortura contra a própria empregada. A CPI ignora.
Mas mais do que a CPI, a imprensa, nossa grande imprensa, condena
Paulo Lacerda e silencia sobre Luiz Fernando Corrêa.
Mino Carta/Carta Capital (a exceção)
Que plano republicano é este em um país que se diz República? Até
parece que as maiores ameaças rondam o Brasil, republicano há 120
anos, e sua atual Constituição, velha de 21. O simples anúncio de que
os representantes dos Três Poderes democráticos se reuniram para
assinar o tal imponente e caudaloso documento presta-se a despertar,
muito além de perplexidades, espanto e temores. Ou não, melhor cair na
gargalhada?
Fosse este, ao contrário do que entendia De Gaulle, um país sério,
teríamos fartas razões para recear uma ruptura institucional, a impor
a urgência de um acordo por cima. Sim, convenhamos: a nação não parece
incomodar-se com a solene encenação. Mas, assim como cabe a pergunta
"que República é esta?", também vale outra: que nação é esta?
Interpretação viável. O presidente do STF, Gilmar Mendes, denuncia há
tempo a ameaça de um "Estado policial" pronto a se instalar no País,
se já não teria tomado posse. Não falta quem, do lado oposto, aponte a
tentativa do ministro Mendes de submeter o Brasil a um "Estado
judicial". Estaria aí o confronto em andamento?
Pode ser. Mas não se desenrola também uma luta surda, porém acirrada,
dentro da própria PF? Remonto, talvez instintivamente, à Operação
Satiagraha como a um divisor de águas, momento fatal que separa o
antes do depois. A partir daí o circo arrisca-se ao incêndio, a
despeito da tentativa bombeira da mídia. Com os habeas corpus a Daniel
Dantas, Mendes ganha dimensão extraordinária, reforçada pela história
fantasiosa do pretenso grampo da sua inócua conversa com o senador
Demóstenes, o que o leva a "chamar às falas" o presidente da
República. E o presidente? Acede ao chamado.
Decorrem implacavelmente o desterro do diretor da Abin, Paulo Lacerda,
e as diversas vicissitudes sofridas pelo delegado Protógenes e pelo
juiz Fausto De Sanctis. Recordo que na manhã do dia em que foi
deflagrada a Satiagraha, figura importantíssima do governo (escolho o
superlativo, embora avise não se tratar do presidente Lula) ligou-me
para dizer: "Viu, viu o que a gente fez?"
Caí das nuvens, nada sabia. Ouvi todas as explicações do outro lado da
linha, a começar pela frase: "Prendemos o orelhudo". A figura,
sublinho importantíssima, estava eufórica. Com o decorrer dos dias e
dos meses mudou o tom. Quem sabe a manada tenha entrado na linha.
Encontro motivos, contudo, para acreditar no delegado Protógenes
quando afirma que a Satiagraha recebeu o aval do Palácio do Planalto.
Seria o destino do banqueiro do Opportunity tão decisivo para a saúde
da República? Haja surpresa. De todo modo, enxergo no pacto
republicano o enésimo arreglo para oferecer aos privilegiados do
Brasil ulteriores e mais amplos privilégios. Acerto a bem da patota,
da turma, do grupo. Do estamento, diria Raymundo Faoro, de vivíssima
memória nesta redação. Algo bem mais medíocre do que a célebre
conciliação das elites, mas de efeitos igualmente deletérios para a
maioria dos cidadãos, sufragado pelo apoio, diria mesmo a proteção, da
mídia.
Sim, que República é esta, que nação, que elites... E qual seria o
país sério, democrático e civilizado em que a mídia não repercute uma
grave acusação contra o chefão da polícia, suspeito de atentado aos
direitos humanos?
CartaCapital, com uma reportagem de Leandro Fortes, acusou o diretor
da PF, Luiz Fernando Corrêa, de ter torturado a empregada doméstica da
avó da mulher nas dependências da polícia de Porto Alegre, quando lá
prestava serviço. Corrêa não soube produzir explicações convincentes
para o fato, e muito menos o desmentiu categoricamente. Contou,
entretanto, com o costumeiro silêncio do jornalismo pátrio. Normal,
normalíssimo. Estamos é no Brasil.
domingo, 22 de março de 2009
Para o Datafolha, população do Nordeste é igual à do Sul
| Comentário: Há algo estranho na última pesquisa do Datafolha, que mereceu quatro páginas na Folha de sexta-feira. Pelos cálculos do instituto, a população do Nordeste é igual à população do Sul, consequentemente o número de eleitores é parecido. Pelo menos é o que se constata pelo número de entrevistados em cada região. Segundo o IBGE, a população do Sul é de 25 milhões de pessoas, ou 15% da população brasileira, enquanto o Nordeste responde por 45 milhões ou 28% do total. Mas entre os entrevistados do Datafolha (que mereceu nada mais nada menos do que quatro páginas na edição de sexta da Folha), 28% moravam na Região Sul. Ainda assim, a pesquisa mostrou queda ínfima de Lula e crescimento de Dilma. Agora, podemos perguntar para que um Instituto precisa se queimar por algo tão idiota? Para piorar o vexame, o Datafolha constatou que Lula caiu mais no Nordeste (81% para 77%) do que no Sul (59% para 57%). Ou seja, se tivesse respeitado a proporcionalidade, a diferença poderia ter sido um pouco maior a favor do instituto. Chega ser infantil. Do blog Vi o Mundo. Mesmo com os efeitos da crise atingindo o Brasil, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua mantendo altos índices de aprovação. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (20), mostra que 65% consideram o governo ótimo ou bom, contra apenas 8% que o vêem como ruim ou péssimo. Para 27%, o governo é regular. A pesquisa traz um diferencial importante em relação às avaliações anteriores do mesmo Datafolha: nesta rodada, foram entrevistadas 11.204 pessoas, três vezes mais do que a média do instituto nos três levantamentos realizados em 2008. Também chama a atenção o peso dado agora à Região Sul, que responde por 27% dos entrevistados. Nas edições anteriores (março, setembro e novembro de 2008), eles eram, respectivamente, 9%, 15% e 11%. Além disso, o peso do Nordeste desta vez ficou igual ao do Sul: 28%. Nas três edições de 2008, tinha mais ou menos ou o dobro: 18%, 28% e 20%. Com o universo bastante ampliado e a proporcionalidade regional alterada, os números registraram pequena modificação em relação à pesquisa de novembro de 2008, quando foram ouvidas 3.486 pessoas. Assim, diminuiu o percentual de ótimo e bom (70% para 65%), aumentou o de regular (23% para 27%) e ficou praticamente estável o de ruim e péssimo (de 7% para 8%), considerando-se a margem de erro de dois pontos percentuais. A nota média atribuída ao desempenho do presidente Lula quase não sofreu variação. Era de 7,6 em novembro e está em 7,4 agora. |
sábado, 21 de março de 2009
Gilmar Mendes ameaça jornalista e impõe censura
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A lista dos partidos mais corruptos
Comentário: interessante estes dados recuperados na web. Entre os grandes, o primeiro colocado em corrupção é o PMDB (com 30 parlamentares citados). Depois vem o PSDB (com 20), o DEM (com 19) e finalmente o PT (16).Um terço dos parlamentares tem problemas com Justiça e Tribunais de Conta, aponta Projeto Excelências15/06 - 09:50, atualizada às 16:21 15/06 - Nara Alves, repórter iG no Rio RIO DE JANEIRO – Cerca de um terço dos parlamentares brasileiros, entre deputados e senadores, tem problemas com a Justiça e com Tribunais de Contas. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Projeto Excelências, da organização não-governamental Transparência Brasil. O site do projeto, hospedado no Portal iG, disponibiliza as ocorrências com o nome e a legenda de cada representante. "É deprimente que haja esse número exagerado de gente com ocorrências em processos criminais", avalia o diretor-executivo da ONG, Cláudio Abramo.
Dos 80 senadores, 28 (ou 35%) são citados em ocorrências. Na Câmara dos Deputados, 160 dos 513 (ou 31%) estão envolvidos em algum escândalo ou denúncia. Na Assembléia Legislativa de São Paulo, a porcentagem sobe para 39%, atingindo 37 dos 94 deputados estaduais. A maior parte das ocorrências são processos criminais por peculato e compra de votos, processos em Tribunais de Contas por multas e licitações irregulares. "É espantoso que os partidos políticos dêem guarita a esses parlamentares. Como aceitam candidatos assim?", questiona Abramo. Para o diretor-executivo da ONG, as legendas deveriam proibir um político de se candidatar a um cargo público enquanto estivesse com problemas na Justiça ou com Tribunais de Contas. "Não é uma questão legal, mas deveria ser uma questão dos partidos", sugere. Na Câmara O diretor-executivo da ONG Transparência Brasil ressaltou a gravidade de algumas das acusações envolvendo parlamentares. "Eles respondem a processos gravíssimos na Justiça", afirmou. O deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA), por exemplo, é acusado de fazer laqueaduras em troca de votos. Já Beto Mansur (PP-SP) responde por manter trabalho escravo. Paulo Magalhães (DEM-BA) responde por lesão corporal. Muitos são investigados, ainda, por denúncias feitas pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) como as do mensalão e sanguessuga. Os deputados Neudo Campos (PP-RR) e Paulo Maluf (PP-SP) são um dos que mais apresentam ocorrências com a Justiça, com acusações de corrupção, formação de quadrilha e peculato. Abelardo Camarinha (PSB-SP) é indiciado por licitação ilegal e responde a diversas ações no TRE-SP. Já Alexandre Silveira (PPS-MG) responde a diversas ações e deve esclarecimentos ao Tribunal de Contas da União por irregularidades em sua passagem pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transportes (Dnit). O parlamentar Antonio Thame (PSDB-SP) tem 18 contratos sob investigação em Piracicaba, onde foi prefeito. Outros ex-prefeitos, Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP), de Sorocaba, e Francisco Rossi (PMDB-SP), de Osasco, Severiano Alves (PDT-BA), de Saúde, Zé Gerardo (PMDB-CE), de Caucaia, e Reinaldo Nogueira (PDT-SP), de Indaiatuba, também repondem por crime de responsabilidade. Jader Barbalho (PMDB-PA) responde a quatro ações no STF. O ex-ministro dos Transportes Eliseu Padilha (PMDB-RS) reponde a um processo sigiloso no STF. A lista cita, ainda, Clodovil Hernandes (PTC-SP), indiciado por crime ambiental. No Senado Entre os senadores, as legendas com mais políticos citados são PMDB, com nove parlamentares, PSDB, com seis, e o DEM, com quatro. O PTB tem três senadores listados, o PR tem dois. Já PSB, PP, PCdoB e PT têm um. Os senadores mais comprometidos com a Justiça são Cícero Lucena (PSDB-PB), com processos no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes contra a administração pública, Expedito Júnior (PR-RO), com ações por compra de votos, Fernando Collor (PTB-AL), por peculato, corrupção e crime contra administração pública, João Ribeiro (PR-TO), por manter trabalho escravo e Raimundo Colombo (DEM-SC), por improbidade administrativa. Já o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) deve ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os partidos que mais contam com deputados federais comprometidos com a Justiça são: PMDB, com 30 nomes, PSDB, com 20, DEM, com 19, e PT, com 16. As demais legendas somaram 69 parlamentares, com mais ocorrências no PP, PTB, PR e PDT. As ocorrências mais recorrentes são de irregularidades acusadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE) de origem do parlamentar, além de processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por crimes contra administração pública. |