
Diante da morte de Elizângela Ferraz, vítima do caos que impera na Saúde Pública brasileira, fica para nossa reflexão estes questionamentos:
Quanto vale exatamente uma vida?- para o Estado, em suas esferas municipais, estaduais e federais, que batem recordes mensais de arrecadação de impostos...- para profissionais que, entre as diversas formas de reivindicarem aumento, inserem a não-realização de cirurgias em pacientes que delas dependem para viver...- para a ampla gama de pilantras travestidos de gestores públicos, congressistas, magistrados, e empresários que surrupiam, fruto da corrupção, dinheiro suficiente para inúmeras cirurgias.
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