Observem a pesquisa do IBGE
Brancos ganham em média 40% mais do que PRETOS OU PARDOS com mesma escolaridade
"Os rendimentos médios de pretos e pardos se apresentavam sempre menores que os dos brancos. Mesmo quando são considerados os rendimentos-hora de acordo com grupos de anos de estudo, as diferenças permaneciam, com o rendimento-hora dos brancos em média 40% mais elevado que o de pretos e pardos para uma mesma faixa de anos de estudo"
Agora, o Terra.
Brancos ganham 40% mais do que NEGROS e PARDOS, diz IBGE
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Comentário: onde havia PRETOS, entrou "NEGROS", o que exclui PARDOS (mulatos) da classificação de "NEGROS" (para o IBGE, negros são pretos + pardos).
É o que se pode chamar efeito Ali Kamel, que defende a "correção" e impôs à "nova classificação" aos telejornais da casa.
Com isso o país deixa de ser uma das maiores nações com negros no mundo.
Só temos agora 6%. Pelo menos para a grande imprensa.
A questão é que, apesar dessa "correção" que a imprensa está fazendo sobre as designações do IBGE, nada muda: PARDOS continuam ganhando 40% menos apesar da escolaridade.
Moral da história: se à noite todos os gatos são pardos, no mercado de trabalho, todos os pardos são negros.
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Anedota: Diz-se que Ali Kamel chega à Rede Globo e determina: daqui em diante, não há mais negros ou brancos na redação. Todos são azuis.
No que foi prontamente aplaudido pelos jornalistas - chegando a serem mais ovacionados pelos mais submissos.
Mas para efeito de organização, continuou, os 95 % azul-claros sentam na frente, e os 5 % azul-escuros sentam atrás.
sábado, 10 de novembro de 2007
Ali Kamel "corrige" a cor dos brasileiros
Marcadores: Papo Cabeça
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