Comentário: O preconceito se manifesta contra se faz pouco caso das agressões por preconceito.
Manifestação Pública contra Intolerância Religiosa
Data: 27/03/08
Horário: 15 h
Local: PRAÇA XV, S/N - ALERJ
TRAJE: BRANCO
ARMAS: CARTAZES,FAIXAS, BANNERS
A intolerância religiosa contra a Religiosidade de Matriz Africana e Afro Brasileira tem atingido seu mais alto grau de manifestação. É chegado o momento de
manifestarmos nossa indignação contra os casos de ódio religioso contra
os templos e religiosos de matriz africana. São processo de
discriminação religiosa que são enquadrados em caráter de injúria e
difamação, descaracterizando a ação do agressor.
São templos expurgados das comunidades carentes por ordem de traficantes. Sem falar no ódio expresso nos muros da cidade contra nossos ancestres tendo sua memória vilipendiada.
Os princípios fundamentais de nossa Constituição Federal, especialmente seu Art. 5º em seu VI quegarante ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendoassegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, naforma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias bem como o que preconiza Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 no seu Artigo II - Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer
outra condição.
Mas não bastam leis escritas empapel elas precisam ter vida e só terão se forem cobrado seucumprimento. Por isso vimos no dia 27 de março de 2008, vestid@s de branco, às 15 h, em manifestação coletiva na escadaria da ALERJ para exigir providências dos órgãos públicos.
Maiores Informações:
Telefax:55-21-2280-8733
e-mail:. cetrab@cetrab.org.br com Dolores Lima e Marcelo Monteiro
quinta-feira, 27 de março de 2008
Contra a perseguição às religiões afro-brasileiras
Marcadores: Papo Cabeça
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